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Agora vai? Reunião na SC-405 tenta tirar do papel ciclovia para o Sul da Ilha



Reunião entre ciclistas, líderes comunitários e engenheiro responsável durou mais de três horas.




Data:

06/02/2012

Fonte:

Da Redação | Felipe Bernardes Albertoni | 06/02/2012 - 17h30

Fonte da imagem:

Felipe Bernardes Albertoni

TAGs:

ciclovias, ciclismo, bicicletas, políticas públicas, obras, SOTEPA, SC-405, deinfra

Editoria:

Bicicleta


Atualização: 06/02/2012



 

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Engenheiro da empresa responsável garantiu que obra pode ser iniciada em menos de três meses

Um dia após o chocante acidente que vitimou o estudante Emílio D.C. de Souza - atropelado na SC-401 enquanto transitava de bicicleta na manhã de domingo - um grupo de ciclistas e líderes comunitários reuniu-se no outro lado de Florianópolis para tentar achar uma solução para a falta de mobilidade e segurança no Sul da Ilha. O encontro aconteceu nesta segunda-feira, dia 6, na SC-405, próximo ao trevo que leva ao bairro Campeche.

Além de membros da Próbici (comissão ligada à Prefeitura que luta pela construção de ciclovias na cidade) e líderes comunitários dos bairros Campeche e Rio Tavares, o engenheiro civil Luis Otávio Leiria, da empresa SOTEPA - responsável pelo futuro projeto e instalação da ciclovia na SC-405 - compareceu ao encontro.

Devido à urgência da necessidade de mudanças no local, que vem sofrendo com engarrafamentos e acidentes de trânsito cada vez mais frequentes, as principais discussões no encontro foram de que forma a ciclovia pode ser instalada com rapidez e como deixar o caminho mais seguro para ciclistas e pedestres sem atrapalhar o trânsito. O maior problema é a necessidade de desapropriação em algumas áreas adjacentes à rodovia (na maior parte estabelecimentos comerciais), devido à falta de espaço.

Por segurança, o ideal de largura mínima para uma ciclovia que fica ao lado de uma rodovia é três metros, espaço difícil de ser alcançado no local. Outro problema muito discutido é o fato de a SC-405 ser uma rodovia estadual e, portanto, de responsabilidade do Departamento Estadual de Infraestrutura (DEINFRA). "Como não liga uma cidade a outra", argumentou João Bilck, líder comunitário da Fazenda do Rio Tavares, "a SC-405 poderia muito bem ser responsabilidade do município".

Apesar das questões pendentes, Leiria garantiu que a instalação pode ser iniciada em menos de três meses: "Não adianta esperar mais um ano". O próximo passo é desenhar o projeto da ciclovia e enviá-lo para aprovação do DEINFRA, responsável pela SC-405. A própria SOTEPA ficará a cargo da execução da obra. Ainda assim, para o cinegrafista Anselmo Döll, integrante da Próbici que participou do encontro, é preciso pressionar o poder público para que a ideia saia do papel: "Nossa cobrança (dos ciclistas) precisa ser maior e mais coesa", defendeu.



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